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MEDICINA INVESTIGATIVA

 

A medicina investigativa é o retorno às origens. Ao invés de tratar os sintomas, a causa é que é o foco do estudo.

Não existe pressa para receitar uma solução, pois todos os dados devem ser avaliados antes da indicação do tratamento ou busca profissional.

Neste caso, a equipe multidisciplinar através do médico designado, verifica a possibilidade de soluções e a implementação da estratégia que será seguida, voluntariamente, pelo paciente, pois ele é quem está contratando este serviço.

Qual a diferença entre o modelo atual e a investigação?

  • Foco na causa do problema;
  • Raciocínio lógico;
  • Estratégia funcional no tratamento;
  • Possibilidade clínica de melhora.

O que muda nesta modelo?

  • A determinação do desgaste corporal;
  • A busca de recursos;
  • A estratégia de tratamento.

A melhor hora para cuidar da saúde é quando você tem saúde! Melhorar ou prevenir os problemas não significa que deixaremos de adoecer:

  • Já existem doenças em curso e não detectadas;
  • Já existe a genética;
  • Já existe o desgaste corporal;
  • Já existe um estilo de vida que influencia a genética (stress x hipertensão transitória, stress x taquicardia, stress x pânico, stress x insônia).

Quando somos jovens também adoecemos, mas temos mais condições de responder à doença.

Detectar a presença de toxinas, parasitas, metais pesados, carências e hábitos são o MARCO ZERO para aumentar as chances do organismo reagir a uma doença. Neste ponto, muitas interfências podem cessar e dar lugar aos sintomas da doença base.

A visão global detecta os motivos que levaram a condição atual, permitindo definir uma estratégia de tratamento para melhorar e/ou manter a qualidade de vida.

Após a melhoria dos sintomas principais, o paciente continuará o acompanhado com seu médico de escolha ou novas metas podem ser traçadas.