Escolha uma Página

MEDICINA REGENERATIVA

 

É uma forma de tratamento que tem o objetivo de limitar o dano e encontrar alternativas para melhorar o funcionamento do organismo.

Em primeiro lugar, temos que entender que nós temos vontade própria de pensamentos e movimentos, mas não de sobrevivência e metabolismo. A cada ação nosso o organismo se adapta, responde ou se supera, desde que não esteja em risco. No momento do risco, muda tudo! O corpo tem como prioridade a sobrevivência, mas existe outro problema: Como o organismo está enxergando o seu problema?

  • Nas doenças auto-imunes ele se ataca porque não percebe que está prejudicando a si mesmo;
  • Nas doenças degenerativas as reações químicas, primeiro não se completam, depois se alteram e depois perdem o referencial;
  • Nas lesões por trauma existe uma perda de função e posteriormente mecanismos de adaptação;
  • No Câncer existem condições que aceleram ou diminuem sua evolução, determinando a convivência ou perda de função fisiológica ou mecânica.

Em condições normais, em 1 ano:

  • 182 kg de sangue serão renovados;
  • 80,5 kg das células do tubo digestivo serão renovadas;
  • 86% das células do fígado serão renovados;
  • Aproximadamente 15 milhões de neurônios serão renovados;
  • A pele terá mudado umas 12 vezes.

Para renovar tem que morrer. Apoptose é a morte fisiológica que assegura a capacidade de reposição tissular. É um mecanismo natural. Em condições normais uma célula morre e a célula adjacente se duplica. Isto é o que deveria acontecer!

Estágios da reposição tissular:

  • 0 a 20 anos: mais reposição do que morte (Juventude);
  • 20 a 40 anos : reposição igual a morte (Adulto);
  • 40 a 60 anos : mais morte que reposição (Velhice);
  • Maior 60 anos : muito mais morte que reposição devido ao esgotamento celular. Quando a perda excede a reparação  ocorre um declínio na função e posteriormente a falha do órgão.

O objetivo na Medicina Regenerativa é avaliar a condição de reparo do organismo, para diminuir a competição, as interferências e os hábitos que funcionam como fatores agressores, permitindo que o próprio corpo possa corrigir ou controlar os danos, se possível.